terça-feira, 9 de novembro de 2010

Por quê construir uma empresa? Parte I


Há muitos anos recebo projetos de negócios e empresas que são idealizados por empreendedores, sonhadores, executores e, ainda, alguns que não têm a menor condição e conhecimento mas sonham em enriquecer com um projeto genial e simplista.
Acredito que todos têm o direito de expor seus pensamentos, enviar propostas, até porque, com essas análises, crescemos todos ao apontar melhorias, possíveis erros e boas soluções.

Ainda, é importante observar que alguns projetos, mal escritos, pensados e planejados, ocasionalmente escondem uma ideia única e imperdível.

Como analisar quem será um bom empreendedor?

Quantos destes serão bons executores?

Ao implantar o negócio, quem serão os possíveis investidores e quais os acréscimos que agregarão ao negócio, além de capital financeiro?

A lista dos questionamentos não termina já que os profissionais da equipe de colaboradores também deverão ser questionados, enfim, como se posicionar?

É importante lembrar que ao construir um negócio você deverá estar cercado de pessoas competentes que, em geral, possam agregar ao que você oferece.

Sem dúvida alguma os empresários de maior sucesso sabem como montar e gerir uma equipe. Sabem escolher seus membros. Podem enxergar talentos em pessoas que os escondem.

Ao criar um negócio, evidentemente você terá que elaborar um plano que tentará “prever” o caminho de sua empreitada, mas isso não é o suficiente.

Não se esqueça de planejamento, de números e pesquisas mas tenha em mente, sobretudo, quais profissionais ocuparão os cargos chave.

Saber “encaixar” as pessoas certas, nos cargos exatos, definirão os futuros resultados de sua empresa.

Ainda, não deixe de se auto-avaliar, respondendo:

Você estaria pronto para montar um negócio onde não atuaria e apenas revisaria os resultados?

Conseguiria deixar a gestão na mão de profissionais que, em alguns momentos, demonstram ter melhor visão que as que você tem e, em outros, executarão caminhos diversos dos que você planejou?

Quanto de sua empresa é orgulho e quanto é consciência?

Quanto é realidade e quanto é sonho?

Quanto é possibilidade e quanto será desperdício?

Faça exercícios constantes para enxergar seu negócio com uma visão imparcial e faça o mesmo em relação a você.

Neste momento você poderá perceber o quanto você precisa, ou deseja criar, o quanto busca apenas reconhecimento pessoal desprovido de sustentabilidade social e fortalecimento interpessoal.

Por fim, perceba que você deverá saber quando e quanto a sua partipação acresce, ou decresce em sua realização.

No próximo post seguirei nesse tema…

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